As mudanças climáticas afetam diretamente a disponibilidade de água, a biodiversidade, as cidades, a produção de alimentos e a qualidade de vida. O enfrentamento desses desafios exige não apenas medidas de adaptação, mas também uma transformação dos sistemas de produção e consumo de energia.
Este tema reúne competências científicas e tecnológicas de diferentes regiões e biomas brasileiros para desenvolver soluções de baixo carbono, tecnologias energéticas limpas, sistemas inteligentes de energia e estratégias de adaptação climática.
A diversidade territorial da Rede permite analisar realidades distintas: a regulação climática da Amazônia; a vulnerabilidade do Cerrado e do Pantanal; os desafios hídricos e energéticos do Semiárido; e as dinâmicas industriais, urbanas e ambientais da Mata Atlântica. Essa integração possibilita produzir soluções adequadas às necessidades locais e conectadas aos desafios globais.
Objetivo
Desenvolver soluções científicas, tecnológicas e sociais que contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa, a ampliação da eficiência energética, a geração de energias renováveis e a adaptação de cidades, ecossistemas e cadeias produtivas às mudanças climáticas.
O tema também busca formar profissionais capazes de planejar e gerir projetos internacionais relacionados à transição energética e à construção de uma economia de baixo carbono.
Áreas comtempladas
Mudanças climáticas;
Adaptação e mitigação climática;
Energias renováveis;
Eficiência energética;
Engenharia elétrica e mecânica;
Ciência dos materiais;
Física e química;
Biocombustíveis;
Hidrogênio verde;
Sistemas energéticos inteligentes;
Geociências;
Computação aplicada e inteligência artificial;
Engenharia de produção;
Economia de baixo carbono;
Cidades sustentáveis e resilientes;
Inovação verde e descarbonização.
Internacionalização
O tema pretende consolidar parcerias com centros internacionais de referência em clima, energia e sustentabilidade. Estão previstas mobilidades acadêmicas, missões técnicas, coorientações, capacitações, participação de professores visitantes e desenvolvimento conjunto de pesquisas e tecnologias.
A cooperação internacional contribuirá para o acesso a laboratórios, metodologias e infraestruturas avançadas, além de estimular a transferência de conhecimento e a produção científica conjunta. A integração entre instituições brasileiras e estrangeiras deverá ampliar a participação do Brasil nas discussões mundiais sobre energia limpa, eficiência energética, adaptação climática e descarbonização.
